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  DESCOBRINDO TORRES DEL PAINE (5D/4N)
Preços por pessoa
  • 2 passageiros USD$ 2.995
  • 4-8 passageiros USD$ 2.595
  • Adicional para ficar sozinho US$ 795
Datas de saída
Outubro 2016 – Avril 2017
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Nível de Dificuldade
Moderada
Duração da viagem
Início/Fim
Punta Arenas (PUQ), Chile 
Atividades
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DESCOBRINDO O DESERTO DO ATACAMA (5D-4N)

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Dia 1: Recomendamos que você pegue o primeiro vôo de Santiago para Puna Arenas (4 horas), sobrevoando a Cordilheira dos Andes e observando os gigantescos Campos de Gelo Continental. Em Punta Arenas, um transporte privado o levará até o Parque Nacional Torres del Paine. A Chile Nativo oferece esse transporte a partir do aeroporto de Punta Arenas às 15:20h, que corresponde à chegada do vôo LAN número LA293, ou também podemos buscá-lo às 15:00h em seu hotel na cidade. Ao deixar a cidade de Punta Arenas, poderemos observar o Estreito de Magalhães e a ilha da Terra do Fogo. Essa viagem cruza imensas áreas de pampas e estâncias, com chances de ver alguns dos animais típicos da região como guanacos e emas (nhandú), em direção a cidade de Puerto Natales, de hábitos portuários e rodeada por grandes montanhas. A partir daí, uma estrada de rípio nos levará até o Parque Nacional Torres del Paine. Ao entrar no parque, estaremos em uma área de pampas e grandes estâncias, com boas chances de ver e fotografar guanacos, raposas, emas, flamingos e cisnes de pescoço negro. Nosso destino é o Hotel Spa Las Torres, onde vamos dormir as próximas duas noites e você poderá desfrutar do único serviço de spa disponível no parque, com massagens e saunas.
(5 horas de transporte privado) (J) (Pernoite no Hotel las Torres)

Dia 2: Este é o primeiro dia de trilha longa. Saímos do hotel em direção a base das torres que dão nome ao parque, caminhando pelo vale do rio Ascencio. A primeira hora de trilha é morro acima, tendo a bela visão de todo o vale, em alguns pontos cobertos por florestas (nothofagus), além de glaciares e cachoeiras. Continuamos pelo vale por mais uma hora e meia, antes de subir um grande morena frontal (ou morena terminal, em geologia significa o ponto máximo de avanço de um glaciar) para o ponto de observação das torres. São três torres de granito gigantes, a mais alta com 2850 metros, e um lago formado pelas águas que derretem dos glaciares. Essa vista magnífica é acompanhada do lanche servido pelos nossos guias. Descemos pela mesma trilha de volta ao hotel, onde passaremos a segunda noite.
(7-8 horas de caminhada, 18km) (C-BL-J) (Pernoite no Hotel las Torres)

Dia 3: Hoje nós vamos de carro até o lago Grey, que fica do outro lado do parque. A estrada nos leva por uma linda paisagem de montanhas, lagos, florestas e estepes. Este habitat único guarda uma grande variedade de espécies restritas a essa região de altas latitudes, e no caminho poderemos observar alguns deles. Fazemos uma parada na cachoeira Salto Grande, que liga o lago Nordenskjöld ao Pehoé, em seguida caminhamos até o mirante do Cerro Paine Grande (o maior do parque com 3050m) e que também oferece uma vista privilegiada do lago Nordenskjöld. A próxima parada é na área de administração do parque, onde há um museu, e em seguida almoçar com vista para o lago Toro, o maior da região. Após o almoço chegaremos ao nosso destino, lago Grey, ainda em tempo de fazer um passeio de barco. O caminho até o ponto de saída do barco passa por uma pequena floresta nativa, com chances de observar pica-paus, e em seguida por uma praia de pedras roladas do lago Grey. O passeio de barco leva cerca de 3 horas, entre os icebergs azul turquesa que se desprenderam do glaciar Grey. O barco chega bem próximo do glaciar e com sorte veremos algumas paredes deste se desmoronando na água, dando origem aos icebergs. Na volta teremos a bela visão do Paine Grande novamente. Nosso carro estará nos aguardando para enfim chegarmos ao Hotel Rio Serrano.
(2 horas de transporte privado, 2 horas de caminhada pela manhã, 3 horas de barco à tarde) (C-BL-J) (Pernoite no Hotel Rio Serrano)

Dia 4: Pela manhã nosso transporte privado nos levará até o local onde o rio Paine deságua no lago Toro. Deste ponto vamos caminhar até a Estância Lazo (Hostería Mirador del Payne), por um caminho raramente visitado que esconde belíssimas vistas de todo o parque. Dependendo da estação do ano podemos observar flores específicas como orquídeas e calceolarias, ou até mesmo ver condores andinos em seu pleno e majestoso vôo. A Estância Lazo mantém uma criação de gado nesta região desde o século passado, um lugar privilegiado pelas vistas do Maciço Paine e Laguna Verde. Os quartos são muito confortáveis e a sede foi reformada recentemente, sem perder contudo o estilo rústico e aconchegante. Um típico churrasco de cordeiro patagônico nos aguardará na estância, para em seguida passarmos a noite. Inesquecível!
(20 minutos de transporte privado, 5 horas de caminhada) (C-BL-J) (Pernoite na Hostería Mirador del Payne)

Dia 5: Após o café da manhã pegamos o transporte privado de volta a Punta Arenas. Os passageiros que forem voltar a Santiago precisam estar no vôo das 17:00h LAN número LA996 que chega em Santiago às 20:20h. Se você decidir ficar mais alguns dias em Punta Arenas ou Puerto Natales, nosso transporte o deixará na porta de seu hotel.
(5 horas de transporte privado) (C)

Sobre o itinerário: A programação descrita acima está sujeita a alterações em função das condições climáticas ou fatores inesperados que fogem ao nosso controle, embora nós sempre fazemos o máximo esforço, dentro dos padrões de segurança, para não alterá-la.

 
Hotel Las Torres

O Hotel Las Torres é extremamente bem localizado dentro do parque, no início da trilha que leva para a base das Torres del Paine, e também faz parte do circuito W. Esta estância transformada em hotel conta com 57 quartos confortáveis e aconchegantes, todos com aquecimento central e telefone. O hotel é conhecido pelo excelente serviço e refeições elaboradas, além de ser o único Spa do parque que oferece massagens e saunas.

Hotel Rio Serrano

Estrategicamente localizado nas margens do rio Serrano e nos limites do Parque Torres del Paine, este hotel oferece aos clientes uma vista panorâmica, privilegiada e inesquecível de todo o Maciço Paine! Com 92 quartos (26 standard e 66 superiores) todos com banheiro privativo, aquecimento central e telefone, este é um hotel refinado, confortável e aconchegante. Rodeado de uma natureza maravilhosa, o hotel também oferece uma grande área aquecida, com poltronas e televisão, uma atmosfera traquila onde você pode passar um fim de dia relaxante ou simplesmente admirar a paisagem.

Estancia Mirador Del Payne

Localizada nos limites do parque, a Hostería Mirador del Payne faz parte da estância Lazo, uma pequena fazenda de gado do século passado. Este lugar oferece magníficas vistas de todo o Maciço Paine e da Laguna Verde.

Os quartos são muito confortáveis e a sede foi reformada recentemente, sem perder contudo o estilo rústico e aconchegante.

INCLUSO
  • Todos os transportes privados mencionados
  • Taxa de entrada para o Parque Nacional Torres del Paine
  • Duas noites no Hotel Las Torres, em quarto duplo standard
  • Uma noite no Hotel Rio Serrano, em quarto duplo superior
  • Passeio de Barco pelo Lago Grey
  • Uma noite na Hostería Mirador del Payne (ou Estância Cerro Guido), em quarto duplo standard
  • Todas as refeições indicadas (C: café da manhã, BL: Box lunch, J: jantar)
  • Guia (inglês e espanhol)

NÃO-INCLUSO
  • Vôos para Santiago e Punta Arenas
  • Noites adicionais
  • Despesas médicas
  • Seguros
  • Despesas pessoais
  • Café da manhã e almoço no dia 1 e almoço e jantar no dia 5
  • Bebidas alcoólicas e não-alcoólicas, exceto para as bebidas inclusas em alguns menus
  • Gorjetas para o guia

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS E TEMPERATURA

O clima na Patagônia é um fator importante e deve ser levado em consideração. A temperatura máxima no verão é de 20ºC e no inverno cai para abaixo de zero. Quando há vento a sensação térmica cai algo em torno de 6 a 7 graus. A temperatura da água é de 4ºC.


It's very hard facing reality again!
 
Everything went really well from start to finish, and a highlight was definitely our trip to the Torres del Paine national park. So thank you for making all the arrangements.
We consider ourselves very lucky to have had Julieta as our guide. She was very knowledgeable, hard-working, professional and a delight to be with. She was a fantastic guide. Always cheerful and enthusiastic, even in the rain on a path she must have walked hundreds of times before. She worked incredibly hard and looked after us so well. She also had an encyclopedic knowledge of the fauna, flora, geology, climate ... and we noticed that all the other guides looked up to her and respected her views. She was also tremendously popular with everyone. All in all it was a pleasure to be in her company, and we really felt we'd learned an enormous amount.The picnics were great. Far better than we are used to when walking. The hotel meals were OK, but good considering the logistics involved. We liked the Mirador del Payne hotel best - small and a nice atmosphere. We didn't so much like the Hotel Serano - it was too big and modern for our tastes, though it was very comfortable.
Carlos was also a pleasure to be with - helpful, thoughtful, and a good driver.
Between them they made our trip a truly memorable experience.

 
Janet Dodd
November, 2009
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Marvelous nature!!!
 
It was so great trip! The best memories! Marvelous nature!!! Wonderfull friendly people. Good food. The best of all - smart, erudite and entuziastic guide Kristian and nice van driver Mirco! My warmest and lovely regerds to Kristian and Mirco! We felt so friendly pampered and got so many unforgettable impression! Thank Chile Nativo for this trip. Dina Vjatere & friends

 
Dina Vjatere
November 2008
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Aventura en la Patagonia
 
Nuestro viaje comienza en Punta Arenas, capital de la XII Región, conocida como Región de Magallanes. Esta ciudad es la puerta de entrada a la Patagonia Chilena, Tierra de Fuego y la Antártida y, como tal, nos recibe un furioso viento, que nos hace imposible imaginar cómo con un clima así el hombre europeo fue capaz en el siglo XVI de llegar en carabelas de más de cien toneladas a estas inhóspitas tierras. Tras esta pequeña reflexión partimos hacia Puerto Natales. Durante el trayecto la belleza agreste de la mítica Pampa y la compañía de los guanacos crean un paisaje espectacular, insólito y, a su vez, solitario, dándole un aspecto mágico y misterioso. Tras kilómetros y kilómetros de llanura divisamos Puerto Natales, antesala de hielos y montañas, y las inmensas Torres de granito del Parque Nacional Torres del Paine salvaguardando el horizonte. Una vez en la ciudad hacemos un pequeño descanso antes de empezar a sentir emociones más fuertes. El viaje ha sido largo y decidimos disfrutar, por un momento, de la apacible tarde paseando por los fiordos de alrededor contemplando cómo los cisnes de cuello negro nadan plácidamente entre cormoranes y otras aves marinas. Decidimos continuar nuestro viaje deseosos de poder llegar cuanto antes a nuestro destino final: el Parque Nacional de Torres del Paine.

Partimos en dirección al lago Grey bordeando la Laguna Azul y la Laguna Amarga. Esta última refleja en sus aguas color turquesa, siempre que el viento se lo permite, las colosales Torres del Paine con sus cumbres escarpadas. Seguimos bordeando el Lago Nordenskjöld para subir al Valle del Francés con su impresionante laguna glaciar en la base de las Torres del Paine. Aquí la sensación de grandeza e intimidad es difícil de describir, ya que en lugares como éstos es mejor no decir nada y limitarse a disfrutar de cada minuto que allí se pasa.

Dejamos atrás el Lago Nordenskjöld para atravesar el río Paine. Debemos cruzar por el puente Weber. Debido a que el río baja muy crecido ya que estamos en época de deshielo, el cruce es difícil y tenemos que extremar las precauciones. Un movimiento erróneo provocaría un fatal accidente. Nuestro guía, experto en situaciones como ésta, opta por explorar el terreno de forma exhaustiva. Al final decidimos pasar, no sin sufrir algún pequeño susto. La adrenalina fluye por nuestras venas casi a la misma velocidad que el agua transcurre por el río.

Tras esta intensa anécdota llegamos al Lago Grey y divisamos al otro extremo el impresionante Glaciar Grey. El Glaciar Grey se desplaza por un majestuoso valle rodeado de montañas, tomando la forma de una inmensa lengua de hielo. Para llegar a él lo podemos hacer o bien siguiendo senderos que bordean la ribera este del lago, o bien en bote navegando por el lago Grey.

Si elegimos la segunda opción navegaremos por un cementerio de témpanos que flotan por el lago como consecuencia del avance del glaciar hacia la costa del lago provocando ruidosas rupturas de bloques de hielo en su cara frontal.

Al llegar a las paredes del glaciar un escalofrío recorre nuestro cuerpo; la sensación de majestuosidad impresiona bastante. Las paredes frontales del glaciar alcanzan una altura de sesenta metros. La nieve que se acumula en las cuencas superiores se compacta eliminando el aire, y se transforma en la masa azulada del glaciar que luego avanza hacia el frente.

 
Oscar & Nieves
Noviembre 2002
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